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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Pará recebe mais 176 profissionais do programa 'Mais Médicos'

Os profissionais vão atuar em 82 municípios do Pará e três distritos sanitários especiais indígenas

BELÉM - Mais 176 médicos do segundo ciclo do programa 'Mais Médicos' chegaram neste fim de semana à Base Aérea de Belém. Os profissionais vão atuar em 82 municípios do Pará e três distritos sanitários especiais indígenas. Na primeira fase, o Pará foi contemplado com 62 cubanos e um brasileiro formado na Argentina, além de 49 brasileiros, dos quais 25 permaneceram no Estado. Até o momento, o Pará já recebeu 266 médicos cubanos.
Até o momento, o Pará já recebeu 266 médicos cubanos. Foto: Divulgação/Ascom SespaAté o momento, o Pará já recebeu 266 médicos cubanos. Foto: Divulgação/Ascom Sespa
Os médicos vêm ao Brasil por meio de um acordo de cooperação entre o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), que integra o programa 'Mais Médicos'. O objetivo é ampliar o número de médicos nas regiões carentes do País. Os cubanos receberão bolsa de R$ 10 mil por mês e ajuda de custo pagas pelo Ministério da Saúde. Os municípios ficarão responsáveis por garantir alimentação e moradia aos profissionais.
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O secretário de Estado de Saúde Pública, Helio Franco, enfatizou que a iniciativa do Ministério da Saúde possibilita que os profissionais permaneçam nos municípios, o que dará mais subsídios para a melhoria da qualidade do atendimento, principalmente nas localidades de difícil acesso. “Além da humanização, o mais importante é que estes mpédicos vão morar nos municípios, principalmente os que se estabelecerem em áreas rurais. Eles criarão vínculo com a população e ainda vivenciarão a realidade dos locais onde estarão fixados”, destacou.
Primeiras avaliações
A cogestora da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), Maridalva Pantoja, informou que em seis meses será possível observar a evolução das áreas a que chegaram os primeiros médicos cubanos. “Esse é o período em que provavelmente teremos o reflexo do trabalho desses médicos dentro da atenção básica. Vamos observar os impactos, por exemplo, no atendimento ao pré-natal, às doenças endêmicas e também o controle e tratamento das doenças crônicas, como diabetes e hipertensão”, explicou.
O médico cubano Eduardo Ramon, 43 anos, disse que o intuito é contribuir com a melhoria do atendimento à saúde na atenção básica. “Viemos para ajudar e colaborar, para prestar atendimento humanizado nesta área tão importante, que é a saúde da família", afirmou.
Os médicos permanecem até quinta-feira (5) em Belém para participar de uma programação de acolhimento. Será uma série de apresentações para que conheçam a situação epidemiológica do Estado e o funcionamento da saúde e do Sistema Único de Saúde (SUS). Eles também vão conhecer a realidade da população indígena no Pará, além de receberem um kit com informações sobre cada município. Os médicos serão transportados até os respectivos municípios com o apoio da Marinha do Brasil.
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