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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Crise faz centenas de carretas ficarem paradas em empresas de Novo Progresso

Centenas de carretas das milhares que estão paradas no País estão em pátio de Novo Progresso.
Os caminhoneiros afirmam que passam por uma das piores crises do setor nos últimos anos.
A cidade, escolhida para ser o ponto de parada para logística aos caminhoneiros que vem de outros estados,  está abandonada pelos  condutores, foram dispensados pela falta de produto para transportar.
A “Empresa de Transportes Batista” divulgou nota que pela falta de Grãos no Estado do Mato Grosso  – principal fonte do transporte da empresa para o estado do Pará, foi o motivo da causa  da paralisação e demissão dos funcionários em Novo Progresso.
A empresa disse que o transporte depende exclusivamente do transporte de grãos (soja e milho), com falta do produto teve que parar os caminhões.

No Brasil crise paralisa a frota das transportadoras
A crise econômica que assola o Brasil está afetando drasticamente as atividades das transportadoras de cargas. Segundo dados da NTC&Logística (Associação Nacional de Transporte de Cargas e Logística), 65,4% das empresas têm parte da frota parada. Em média 11,2% dos veículos estão parados, enquanto 77% dos empresários relataram queda no desempenho financeiro.
De acordo com Lauro Valdivia, assessor técnico da entidade, o problema é que as perdas são permanentes. “A frota está parada, mas tem custos fixos com os quais tem que se arcar, como licenciamento e seguro. Tem a depreciação do caminhão, que continua perdendo valor, além do capital imobilizado, ou seja, o veículo está parado, em alguns casos as prestações ainda sendo pagas, e não tem mercado para que ele possa ser revendido.”
Ainda segundo Lauro, estes fatores geram outra preocupação: caminhões parados representam cortes de funcionários. Dados não oficiais, estimam que, com a frota paralisada, na média, as demissões podem alcançar até 20% do pessoal. Outro problema, segundo o assessor, é situação de dificuldade econômica, que se prolonga desde 2014. “Quem necessitar do transporte, passará apuros, porque até as empresas se recomporem, com trabalhadores e espaço para atender à demanda, quando voltar a crescer, vai levar um tempo.”.
PERSPECTIVAS
Apesar das notícias preocupantes do setor, 60% dos transportadores estão otimistas, e acreditam que o frete vai melhorar no primeiro semestre de 2017.

Por Redação Jornal Folha do Progresso com informações Transporte Online
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