segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

ITAITUBA - ESTADIO DESTRUIDO PRA NADA!
























Em meio a tantos problemas Itaituba ganhou mais dois do Governo do Estado do Pará: um foi a destruição e extinção do Estádio de futebol Teófilo Olegário Furtado e o outro uma gigantesca obra inacabada de um hospital regional que cessaria com a grande demanda de pacientes encaminhados para Santarém e outros centros especializados de saúde no Estado.
Ocorre que ouve conivência politica de quem era Gestor na época e cedeu o local do estádio para essa “construção” que foi erguida e abandonada pelo Sr. Governador Simão Jatene que fez um excelente uso dessa obra para se reeleger, agora ficou somente a decepção de um povo que mais uma vez foi enganado por promessas de políticos mal intencionados.
Mais se não bastasse as mentiras de campanha do então candidato a Governo a época, vinheiram alguns pais e padrastos dessa obra e agora todos sumiram e essa obra ficou órfão de pai e mãe, quanta enganação, será que um dia os netos ou bisnetos dos itaitubenses desfrutaram dessa obra?

Ano que vem é ano de eleição novamente que mentira estão preparando para ludibriar o povo?
Acompanhe abaixo algumas postagens antigas:
Este blog noticiou no dia 9 de julho de 21013 a informação a seguir:
Finalmente começa a obra do Hospital Regional do Tapajós


O governo do estado Pará começou as obras de construção do Hospital Regional do Tapajós, na cidade de Itaituba, na área do antigo estádio de futebol Teófilo Olegário Furtado, localizado na avenida Marechal Rondon, no centro da cidade.

Maquinas estão a todo vapor limpando o terreno e a previsão de conclusão é para dentro de 540 dias, 18 meses, o que representa um ano e seis meses.

A obra está orçada em R$ 120.062.137,48 e o consórcio “Nova Saúde” formado pelas empresas Construbase e Paulitec é o responsável.
-------------------------------
O prazo estourou no dia 1º de janeiro de 2015.

Assim sendo, está atrasada em 218 dias.
23/03/2016 15h30 - Atualizado em 23/03/2016 15h48
Operários denunciam paralisação de obras do hospital de Tapajós, no PA
Trabalhadores dizem que empresa começou a cortar os benefícios dos operários. Sespa diz que obras não estão paralisadas.
Do G1 PA
Trabalhadores da construção civil denunciam a paralisação das obras do Hospital Regional do Tapajós, em Itaituba, no sudoeste do Pará. A obra deveria ter sido entregue no começo de 2015, mas até agora apenas 35% da construção estaria pronta. A Secretaria de Saúde do Estado (Sespa) informou que as obras da unidade de saúde não estão paralisadas e que aconteceu uma reprogramação dos serviços.
Segundo a Sespa, existem 42 trabalhadores no canteiro de obras e o governo do estado está adequando o orçamento para acelerar o ritmo das obras. A direção da empresa responsável pela construção informou que não vai se pronunciar sobre a situação.
De acordo com os trabalhadores da construção civil, quase todos os operários foram demitidos. Um pedreiro que prefere não se identificar foi um dos desligados. Segundo ele, há oito anos a empresa começou a cortar o benefício dos operários.
“No começo, eu tinha hora extra e produção das lajes. Aí, do meio para o fim, foi diminuindo até que parou. De uns meses para cá, não tinha mais hora extra e nem produção”, explica.
Paralisação
A paralisação da obra do Hospital Regional do Tapajós foi denunciada na Câmara de Vereadores de Itaituba. Segundo o vereador Lamax Prado, o motivo é a falta de pagamento do consórcio que ganhou a licitação.
"Eles não confirmam a situação, mas temos certeza que já estão com seis medições em atraso, que somam aproximadamente R$30 mil. O que a gente não consegue entender é que isso foi um financiamento homologado pela Assembleia Legislativa do Pará, que deu uma carta de 'ok' para que o governo do estado pudesse retirar esse dinheiro do BNDES”, diz.
Esta semana, vereadores protocolaram um requerimento solicitando a realização de uma audiência pública para que o consórcio responsável pela obra e o governo do estado esclareçam a situação. “Nós precisamos saber porquê a obra parou e não foi paga. E também quais os motivos que levaram a paralisação da obra”, ressalta o vereador.
Uma das empresas que faz parte do consórcio, que está construindo o hospital tem sede em São Paulo. No site dela, das oito obras em andamento no país, seis ficam no Pará, entre elas, o BRT, a ponte do rio Capim, recuperação da ponte do rio Moju, Hospital Doutor Abelardo Santos e o Parque Utinga
Orçamento
A placa em frente à obra mostra que o orçamento inicial era de R$120 milhões. Depois foi feito um aditivo de R$3 milhões, segundo os vereadores. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria  da Construção Civil, as demissões começaram em novembro do ano passado já foram demitidos cerca de 200 operários.

“Já não tem mais trabalhadores dentro da empresa, só tem um número bem reduzido. Em média, seis pessoas”, revela o presidente do sindicato, Eudes Gomes.

Nenhum comentário: