sexta-feira, 17 de março de 2017

Sespa aguarda resultado de amostras de 9 macacos mortos na região

Instituto Evandro Chagas confirmará resultados em Belém. Três casos foram confirmados até o momento.
A 9ª regional da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) em Santarém, oeste do Pará, aguarda o resultado da análise das amostras coletadas em nove macacos achados mortos na região feito pelo Instituto Evandro Chagas. O objetivo é confirmar se a causa da morte deles tem alguma relação com a febre amarela.

Outros dois animais foram encontrados nesta quarta-feira (15), sendo um na comunidade de Perema e outro no bairro Santarezinho, em uma das rotatórias da Avenida Fernando Guilhon e também deve ser encaminhados para exame. Segundo dados repassados pela Sespa, três amostras da região tiveram resultado positivo. Dois em Rurópolis e um em Alenquer, aonde um outro caso já foi confirmado como negativo.

De acordo com o biólogo Gilvane Dourado, uma equipe do centro de Controle do Zoonoses está preparada para atuar nestes casos. “Estes animais foram resgatados e mandamos para Belém, para que o exame seja feito no Instituto Evandro Chagas. Lembrando que isto não quer dizer que estes animais estejam ou não com febre amarela. Vamos fazer o exame e só aí confirmamos. O que a gente pede para a população, caso encontre macacos mortos, principalmente em áreas de mata, que comunique os órgãos que saúde. Temos uma equipe pronta para fazer o resgate deste animal e para fazer o exame”, ressalta.

Quanto ao número de vacinas contra a febre amarela, Santarém recebeu mais aproximadamente 5 mil doses, que serão distribuídas, prioritariamente, para áreas próximas a zona rural, como os bairros Pérola do Maicá e Maicá.

Ações preventivas: Apesar de não haver registro de febre amarela em humano na região, a Semsa informou que não há motivo para pânico e que as vacinas estão disponíveis para a população nos postos de saúde do município. Quem tiver interesse em se imunizar contra a febre amarela e demais doenças tropicais podem se dirigir aos locais. A prioridade são pessoas que moram na zona rural e quem vai viajar para as regiões onde há surto da doença.


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