Um convênio entre
a Prefeitura
Municipal e algum órgão da Imprensa local (seja falada/rádio ou escrita/jornal) não deve jamais
funcionar como uma mordaça que impeça o trabalho da "imprensa livre",
de modo a impedir que a população tenha o direito à comunicação e à informação,
como por exemplo, a atitude vergonhosa de alguns Vereadores que se esconderão
no banheiro para não votar um Requerimento do Vereador César Aguiar que é da
oposição.
“Os ingênuos existem, mas ele é tão panaca que não merece pegar mulher nenhuma”, diverte-se o publicitário Washington Olivetto. Ainda assim, o tal “efeito Axe” aguardado por Bedi é um exemplo da aura fantasiosa que algumas campanhas publicitárias criam para conquistar o consumidor. E dá certo. Mesmo acostumadas ao bombardeio de propagandas, muita gente se deixa seduzir por suas altas promessas.
O estudante Enrico Brunetti Bovo, de 24 anos, por
exemplo, cedeu ao apelo da frase “viver sem fronteiras” da operadora TIM. Ao se
mudar para Itanhaém, “as fronteiras” começaram a aparecer. “Vira e mexe, some
meu sinal. Acreditei que essa frase tinha a ver com o fato de eu poder utilizar
meu telefone onde quer que estivesse. No Brasil e fora dele”,. E olha que ele
cursou propaganda e marketing. “Não sou totalmente ingênuo, mas a gente acaba
acreditando.”
De acordo com o código do Conselho Nacional de
Autorregulamentação Publicitária (Conar), as propagandas podem sim conter
um lado fantasioso, já que “a publicidade não se faz apenas com fatos e idéias,
mas também com palavras e imagens”. O advogado Josué Rios, especializado em
direito do consumidor, confirma. “A fantasia em si não é proibida, mas há uma
condição. O telespectador médio tem de ver ali algo engraçado e fantástico.”
Caso contrário, segundo ele, a propaganda é passível de reclamação.
O consultor e professor de design e comunicação Delano
Rodrigues, de 37 anos, não reclamou oficialmente, mas ficou frustrado por
acreditar demais no que ouve. Em 2006, o “feito para você”, do Itaú, o levou a
acreditar que poderia fazer qualquer tipo de ajuste nos serviços oferecidos
pelo banco. Mas bastou pedir uma alteração em sua conta para a história mudar.
“Com o slogan, eles prometiam uma capacidade de adaptação (ao correntista)
independentemente do tipo de cliente”, conta Rodrigues.
Um ano depois, o consultor confiou em mais uma frase
forte. Dessa vez, da empresa de telefonia Oi, que o seduziu com o simpático
“Simples Assim”. “Eu havia pedido uma linha empresarial, mas me solicitaram
tantos documentos que demorou muito para sair”, diz. “Hoje, escuto mais o que
as pessoas falam dos produtos do que a marca.”
Não é o caso da designer Cinthia Ferreira, que
continua a acreditar que os produtos de maquiagem podem deixá-la com a cara das
modelos. “Sempre caio nessa.” Ela já acreditou que ficaria com os cílios 400%
mais volumosos e com os lábios mais grossos. Mas não se arrepende. “Por mais
que eu saiba que não é real, quem não quer ficar com a boca da Angelina Jolie?”
Já o Prefeito Valmir Climaco usava em sua campanha
fantasiosa, mensagens que nunca sairão do papel, como a de que todos os meses
prestaria contas e sua prestação de contas seria expostas em outdoor que seriam
espalhados em toda cidade, ainda tem gente esperando, disse também que
construiria um novo hospital municipal onde hoje funciona a Secretaria de obras
do municipio.
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