sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Militares chegam a Belém depois da missão no Haiti

Militares chegam a Belém depois da missão no Haiti

 Após passar seis meses no Haiti, os militares desembarcaram na madrugada de ontem em Belém
A equipe militar do Pará que integrou as tropas brasileiras na missão da Organização das Nações Unidas (ONU) para a pacificação do Haiti chegou a Belém na madrugada de ontem, na Base Aérea de Belém, onde os militares foram recebidos por amigos de farda e pelos familiares. Ao todo chegaram 217 militares brasileiros no avião, sendo que 117 desceram na capital paraense. Destes, 79 são paraenses, dos municípios de Belém, Marabá, Altamira e Itaituba.
A tropa paraense passou seis meses no país na missão da ONU que tem combatentes do Exército brasileiro no processo de pacificação e reestruturação do Haiti, após o país ter passado por uma guerra civil em 2004 e por um terremoto em 2010, situações que causaram um grande golpe para a economia daquela nação.
“Estivemos a serviço do Exército brasileiro para ajudarmos um país que está passando por muitas dificuldades. Essa nossa estadia lá nos ajudou a melhorarmos como seres humanos, pois os haitianos, apesar das dificuldades, conseguem viver dentro dessas limitações”, disse o cabo Rodrigo Navegantes.
A aeronave que transportava os militares paraenses chegou em Belém às 3 horas da madrugada. “Foram seis meses longe da família e chegar aqui e reencontrar eles é muito reanimador. Estávamos no Haiti, mas também com o pensamento em nossos familiares aqui no Brasil, aqui no Pará”, completou.

HOMENAGENS
Após o reencontro com os familiares, os militares seguiram para as homenagens prestadas por integrantes das Forças Armadas. “É uma honra compartilhar a chegada dessa tropa, pois eles participaram de um missão que coloca o Brasil como um país que participa da pacificação entre as nações”, declarou o general Osvaldo Ferreira, do Comando Militar Norte, do Exército Brasileiro.
Os militares ficarão quatro dias aquartelados no Segundo Batalhão de Infantaria de Selva (2° BIS) e realizarão exames psicológicos e médicos.
(Diário do Pará)

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