O apagão chegou ao quarto dia nesta segunda-feira, e 537 mil imóveis seguem sem luz há cerca de 60 horas na região metropolitana da cidade
Foto: Reprodução
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse nesta segunda-feira (14) que deu três dias para Enel restabelecer "parte substancial da energia em São Paulo".
"Ao contrário do que a Enel disse, que não tinha previsão de entrega dos serviços à população, eu deixei claro que ela [Enel] cometeu grave erro de comunicação, um grave erro em seu compromisso contratual com a sociedade de São Paulo, de não dar uma previsão objetiva. Eu disse para a Enel que ela tem os próximos três dias para resolver os problemas. Ela só vai poder, ao final desses três dias, apresentar, se necessário, questões pontuais de locais onde ela não consegue ter acesso por fato superveniente. Mas, de maneira geral, ela tem que restabelecer nos próximos três dias a parte mais substancial da energia do povo de São Paulo", afirmou.
Segundo ele, será organizada uma força tarefa que amplia de 1.400 profissionais da Enel para 2.500 com a ajuda de funcionários de outras distribuidoras para trabalhar no restabelecimento do fornecimento de energia em São Paulo.
O pronunciamento foi feito em uma coletiva de imprensa para anunciar ações de socorro para a região metropolitana de São Paulo, que ainda enfrenta a falta de energia elétrica, depois de um temporal na noite de sexta-feira (11) deixou cerca de 2,1 milhões de paulistanos sem luz e causou a morte de pelo menos sete pessoas.
O apagão chegou ao quarto dia nesta segunda-feira, e 537 mil imóveis seguem sem luz há cerca de 60 horas na região metropolitana da cidade.
Silveira comentou também a revisão dos contratos de concessão de distribuidoras de energia. Segundo ele, atualmente, eventos climáticos são "expurgados" de contratos. "Eventos como esse não poderão mais ser expurgados da avaliação das distribuidoras, ou seja, elas passarão a ser penalizadas caso não tenham uma previsão ou planejamento necessário para evitar esse tipo de evento", disse o ministro. "Quando fizemos o decreto, foi exatamente para impedir o que está acontecendo em São Paulo. Só que fizemos há 90 dias, então ele [o decreto] não foi implementado ainda", justificou.
Fonte: R7
"Ao contrário do que a Enel disse, que não tinha previsão de entrega dos serviços à população, eu deixei claro que ela [Enel] cometeu grave erro de comunicação, um grave erro em seu compromisso contratual com a sociedade de São Paulo, de não dar uma previsão objetiva. Eu disse para a Enel que ela tem os próximos três dias para resolver os problemas. Ela só vai poder, ao final desses três dias, apresentar, se necessário, questões pontuais de locais onde ela não consegue ter acesso por fato superveniente. Mas, de maneira geral, ela tem que restabelecer nos próximos três dias a parte mais substancial da energia do povo de São Paulo", afirmou.
Segundo ele, será organizada uma força tarefa que amplia de 1.400 profissionais da Enel para 2.500 com a ajuda de funcionários de outras distribuidoras para trabalhar no restabelecimento do fornecimento de energia em São Paulo.
O pronunciamento foi feito em uma coletiva de imprensa para anunciar ações de socorro para a região metropolitana de São Paulo, que ainda enfrenta a falta de energia elétrica, depois de um temporal na noite de sexta-feira (11) deixou cerca de 2,1 milhões de paulistanos sem luz e causou a morte de pelo menos sete pessoas.
O apagão chegou ao quarto dia nesta segunda-feira, e 537 mil imóveis seguem sem luz há cerca de 60 horas na região metropolitana da cidade.
Silveira comentou também a revisão dos contratos de concessão de distribuidoras de energia. Segundo ele, atualmente, eventos climáticos são "expurgados" de contratos. "Eventos como esse não poderão mais ser expurgados da avaliação das distribuidoras, ou seja, elas passarão a ser penalizadas caso não tenham uma previsão ou planejamento necessário para evitar esse tipo de evento", disse o ministro. "Quando fizemos o decreto, foi exatamente para impedir o que está acontecendo em São Paulo. Só que fizemos há 90 dias, então ele [o decreto] não foi implementado ainda", justificou.
Fonte: R7
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