terça-feira, 28 de junho de 2016

Ibama adota nova estratégia para inibir extração ilegal de madeira em Novo Progresso.

Tratores e caminhões usados na extração ilegal, é comum serem incendiados pelas autoridades em Novo Progresso.

Em uma operação iniciada no fim de semana ( DOMINGO ), dia 26  ,  a Fiscais do o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) mudaram a forma de combate à exploração ilegal de madeira, no município de Novo Progresso.
É comum  na região encontrar os fiscais ambientais destruindo  equipamentos ainda  na mata (Floresta) ;trator, caminhão, motosserra, etc, todo bem apreendido e comprovado ou não serem usados para extrair madeira ilegal, é queimado ainda no local.

Antes as madeiras apreendidas em tora ou beneficiada, sem comprovação legal, estava sendo doada para entidades e prefeitura para uso social.
“Agora os fiscais ambientais do Ibama mudaram o sistema” estão agindo dentro da empresa madeireira, no pátio e  destruindo as madeiras já beneficiadas sem o respectivo documento de autorização legal comprovando que a madeira foi extraída em floresta autorizada, estão destruindo  tudo, neste caso foram cortadas com motosserra  (Foto) para impedir a comercialização.
Madeira destruída

A investida foi na antiga madeireira “CEDRÃO no bairro setor industrial II” em Novo Progresso, fiscais trabalharam o dia dentro do pátio da madeireira – madeira tipo exportação de qualidades como Ipê foi destruídas pelos fiscais.

Madeiras destruídas pelos fiscais ambientais(IBAMA)
O Ibama divulgou na imprensa nacional que  a  faz manobras concentradas na região da Flona Jamanxim  e tem como alvo os madeireiros que vem roubando árvores da selva amazônica – no município de Novo Progresso, no entanto não divulga nome e não mostra madeiras apreendidas dentro da UCF. A reserva é classificada pelos Fiscais  Federal como zona vermelha – por causa do risco de emboscadas.
No inicio do mês , um sargento da Policia Militar (COE) foi assassinado a tiros, em momentos que acompanhava  missão do IBAMA na “Flona Jamanxim”.

O Sargento  João Luiz estava com os fiscais ambientais destruído barracos de garimpeiros dentro da Flona Jamanxim,  segundo eles  procuravam vestígios de  extração ilegal de madeira na FLONA JAMANXIM momento que aconteceu a morte do sargento. O assassino já foi identificado.

Fonte: Folha do Progresso 
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