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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Rombo nas contas públicas é o maior da história e chega a R$ 163 bi em 12 meses

Deficit fiscal não para de crescer devido à forte elevação das despesas e à queda das receitas
 O estrago provocado pela presidente afastada, Dilma Rousseff nas contas públicas não para de crescer. Dados divulgados hoje pelo Tesouro Nacional mostram que, nos 12 meses terminados em julho, o rombo nas finanças do governo central  chegou a R$ 163 bilhões.
Somente em julho, o buraco foi de R$  18,5 bilhões, aumento de 138,5% em relação ao deficit computado no mesmo mês de 2015. No acumulado de 2016, o rombo totaliza R$ 51,1 bilhões, um salto de 474% na comparação com os sete primeiros meses do ano passado.

Segundo os especialistas, o deficit fiscal não para de crescer devido à forte elevação das despesas e à queda das receitas, diante da brutal recessão na qual o país mergulhou desde o início de 2015. Se o buraco na finanças do governo central (Tesouro, Banco Central e Previdência) continuar aumentando nesse ritmo, em agosto, será alcançado o limite máximo para deficit previsto em lei: R$ 170,5 bilhões.
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