A fêmea de macaco-prego, chamada Chita, será encaminhada para um santuário após passar por um processo de reabilitação física e psicológica. O animal foi resgatado na última quarta-feira (26) em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba. A tutora do macaco-prego afirmou à polícia que mantinha o animal preso porque ele havia tentado fugir em uma ocasião e porque "dava muito trabalho".
Foto: Reprodução
Na última quarta-feira (26), a Polícia Civil resgatou um macaco-prego que viveu 31 anos acorrentado pelo pescoço e confinado em uma gaiola em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba. O animal, chamado Chita, será encaminhado para um santuário após passar por um processo de reabilitação física e psicológica.
Segundo o delegado Guilherme Dias, responsável pelo caso, Chita foi vítima de tráfico de animais e vivia nessas condições desde 1994. A tutora do macaco afirmou à polícia que mantinha o animal preso porque ele havia tentado fugir em uma ocasião e porque "dava muito trabalho".
A mulher assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e responderá em liberdade pelos crimes de maus-tratos e tráfico de animais. As investigações seguem em andamento para apurar como o macaco foi capturado e quem o vendeu para a suspeita.
"Ela foi responsabilizada por maus-tratos e tráfico de animais, e agora a Chita será encaminhada para um santuário, que ainda está sendo definido pela Polícia Civil", explicou o delegado.
O caso chama atenção para a importância do combate ao tráfico de animais e aos maus-tratos, crimes que podem resultar em penalidades severas conforme a legislação brasileira. A reabilitação de Chita será acompanhada por especialistas, visando garantir sua adaptação ao novo ambiente.
Fonte: Portal Giro
Segundo o delegado Guilherme Dias, responsável pelo caso, Chita foi vítima de tráfico de animais e vivia nessas condições desde 1994. A tutora do macaco afirmou à polícia que mantinha o animal preso porque ele havia tentado fugir em uma ocasião e porque "dava muito trabalho".
A mulher assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e responderá em liberdade pelos crimes de maus-tratos e tráfico de animais. As investigações seguem em andamento para apurar como o macaco foi capturado e quem o vendeu para a suspeita.
"Ela foi responsabilizada por maus-tratos e tráfico de animais, e agora a Chita será encaminhada para um santuário, que ainda está sendo definido pela Polícia Civil", explicou o delegado.
O caso chama atenção para a importância do combate ao tráfico de animais e aos maus-tratos, crimes que podem resultar em penalidades severas conforme a legislação brasileira. A reabilitação de Chita será acompanhada por especialistas, visando garantir sua adaptação ao novo ambiente.
Fonte: Portal Giro
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